
Onde estão os projetos de restauração do IPÊ?
Passe o mouse sobre os pontos ao lado para conhecer nossos projetos.

Prospera
Sul da Bahia (região de Prado)
O Prospera – Projeto de Restauração Orientada e Sustentável para Produção Ecológica, Regeneração Ambiental e Renda Ampliada - apoia o produtor rural no planejamento de uso da terra, visando aumentar a produtividade, qualidade do solo e disponibilidade da água nas propriedades. Além disso, fortalece a economia local, desenvolvendo cadeias produtivas sustentáveis, compartilhando conhecimento e promovendo benefícios para as pessoas através da conservação da biodiversidade e melhoria do clima. Tudo isso por meio da restauração ecossistêmica e da recuperação produtiva de um trecho do Corredor Central da Mata Atlântica, abrangendo as cidades de Prado, Porto Seguro e Itamaraju.
Esse trecho do corredor central foi selecionado a partir do estudo “Corredores da Biodiversidade – Caminhos para a Construção de Paisagens Sustentáveis”, realizado pelo IPÊ. Ele atravessa propriedades privadas, áreas com agricultura familiar e Terras Indígenas. Com a participação de proprietários rurais, o foco é plantarmos e regenerarmos florestas nativas em Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal, formando corredores de reconexão entre Unidades de Conservação.
Semeando Água
Nazaré Paulista e região - SP
O Programa Semeando Água atua no fortalecimento da resiliência hídrica do Sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de mais de 7 milhões de pessoas na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Desde 2013, desenvolvemos estratégias integradas para a conservação da água e da biodiversidade e para a redução dos impactos das mudanças climáticas, gerando benefícios socioeconômicos para a população local. Nossas ações têm como foco ampliar o uso de técnicas conservacionistas de manejo do solo, pois o melhor lugar para armazenar a água da chuva é nos lençóis freáticos. Fazemos isso por meio da implantação de Soluções Baseadas na Natureza em propriedades rurais (como a Restauração Ecológica de Áreas de Preservação Permanente e Sistemas Produtivos Sustentáveis), do incentivo à comercialização de produtos da agricultura regenerativa, da Educação Ambiental Climática para jovens e adultos, e da disseminação de conhecimento de forma acessível e didática.
Corredores de Vida
Pontal do Paranapanema (oeste de São Paulo)
Desde o ano 2000, o projeto Corredores de Vida já plantou mais de 12 milhões de árvores nativas da Mata Atlântica em cerca de 7 mil hectares, o equivalente a aproximadamente 7 mil campos de futebol. As florestas plantadas, em Áreas de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal de propriedades privadas, contribuem para a conexão com duas unidades de conservação: o Parque Estadual Morro do Diabo e a Estação Ecológica Mico-leão-preto, fortalecendo a conservação da biodiversidade.
A atual fase do projeto, no âmbito do ARR Corredores de Vida, prevê o sequestro de 29 milhões de toneladas de CO₂ ao longo de 50 anos, por meio da restauração de 75 mil hectares prioritários, dentro de um passivo ambiental estimado em 240 mil hectares na região.
Reflora
RDS Puranga Conquista (Baixo Rio Negro - AM)
O Projeto REFLORA restaura áreas degradadas na RDS Puranga Conquista, no Baixo Rio Negro (AM). A iniciativa beneficia comunidades indígenas e ribeirinhas, aliando a conservação da biodiversidade ao desenvolvimento socioeconômico. Com a meta de recuperar 200 hectares, utiliza sistemas agroflorestais e espécies nativas, promovendo a geração de renda sustentável e a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas na Amazônia.
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Prospera
Sul da Bahia (região de Prado)
O Prospera – Projeto de Restauração Orientada e Sustentável para Produção Ecológica, Regeneração Ambiental e Renda Ampliada - apoia o produtor rural no planejamento de uso da terra, visando aumentar a produtividade, qualidade do solo e disponibilidade da água nas propriedades. Além disso, fortalece a economia local, desenvolvendo cadeias produtivas sustentáveis, compartilhando conhecimento e promovendo benefícios para as pessoas através da conservação da biodiversidade e melhoria do clima. Tudo isso por meio da restauração ecossistêmica e da recuperação produtiva de um trecho do Corredor Central da Mata Atlântica, abrangendo as cidades de Prado, Porto Seguro e Itamaraju.
Esse trecho do corredor central foi selecionado a partir do estudo “Corredores da Biodiversidade – Caminhos para a Construção de Paisagens Sustentáveis”, realizado pelo IPÊ. Ele atravessa propriedades privadas, áreas com agricultura familiar e Terras Indígenas. Com a participação de proprietários rurais, o foco é plantarmos e regenerarmos florestas nativas em Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal, formando corredores de reconexão entre Unidades de Conservação.
Semeando Água
Nazaré Paulista e região - SP
O Programa Semeando Água atua no fortalecimento da resiliência hídrica do Sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de mais de 7 milhões de pessoas na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Desde 2013, desenvolvemos estratégias integradas para a conservação da água e da biodiversidade e para a redução dos impactos das mudanças climáticas, gerando benefícios socioeconômicos para a população local. Nossas ações têm como foco ampliar o uso de técnicas conservacionistas de manejo do solo, pois o melhor lugar para armazenar a água da chuva é nos lençóis freáticos. Fazemos isso por meio da implantação de Soluções Baseadas na Natureza em propriedades rurais (como a Restauração Ecológica de Áreas de Preservação Permanente e Sistemas Produtivos Sustentáveis), do incentivo à comercialização de produtos da agricultura regenerativa, da Educação Ambiental Climática para jovens e adultos, e da disseminação de conhecimento de forma acessível e didática.
Corredores de Vida
Pontal do Paranapanema (oeste de São Paulo)
Desde o ano 2000, o projeto Corredores de Vida já plantou mais de 12 milhões de árvores nativas da Mata Atlântica em cerca de 7 mil hectares, o equivalente a aproximadamente 7 mil campos de futebol. As florestas plantadas, em Áreas de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal de propriedades privadas, contribuem para a conexão com duas unidades de conservação: o Parque Estadual Morro do Diabo e a Estação Ecológica Mico-leão-preto, fortalecendo a conservação da biodiversidade.
A atual fase do projeto, no âmbito do ARR Corredores de Vida, prevê o sequestro de 29 milhões de toneladas de CO₂ ao longo de 50 anos, por meio da restauração de 75 mil hectares prioritários, dentro de um passivo ambiental estimado em 240 mil hectares na região.
Reflora
RDS Puranga Conquista (Baixo Rio Negro - AM)
O Projeto REFLORA restaura áreas degradadas na RDS Puranga Conquista, no Baixo Rio Negro (AM). A iniciativa beneficia comunidades indígenas e ribeirinhas, aliando a conservação da biodiversidade ao desenvolvimento socioeconômico. Com a meta de recuperar 200 hectares, utiliza sistemas agroflorestais e espécies nativas, promovendo a geração de renda sustentável e a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas na Amazônia.
Reflorestômetro
Árvores plantadas pelo IPÊ
*até junho/2026
Sistemas produtivos sustentáveis
hectares regenerados
famílias beneficiadas
O que é restauração florestal e seu papel para a biodiversidade
A restauração florestal é uma das principais estratégias para a recomposição da biodiversidade em áreas degradadas, favorecendo o restabelecimento da estrutura, funcionamento ecológico e da composição de espécies, de modo a aproximá-las das condições originais. Ela é importante para recuperar desde Áreas de Preservação Permanente ou Reserva Legal, até mesmo Unidades de Conservação, bem como é útil para conectar grandes áreas florestais por meio de corredores verdes.
A atividade permite promover serviços ecossistêmicos essenciais, como a produção e disponibilidade de água, a melhoria da qualidade do solo, a polinização e a regulação climática. Além disso, a restauração florestal desempenha papel fundamental ao reconectar habitats fragmentados, favorecer o deslocamento da fauna e ampliar a dispersão de sementes, contribuindo para o equilíbrio dos ecossistemas e a conservação da diversidade biológica.
A restauração florestal que o IPÊ propõe
Para o IPÊ, a conservação da biodiversidade é um dos caminhos para superarmos os desafios socioeconômicos e climáticos. Buscamos promover a restauração florestal e a recuperação de hábitats de forma a gerar transformações diretas para a biodiversidade brasileira, para o clima e para as pessoas.
Nos projetos de restauração, trabalhamos com algumas premissas importantes:
Inovação aplicável em campo
Ao longo de mais de três décadas, nossas atividades usam pesquisa científica para orientar a restauração na prática: mapeamentos territoriais que apontam as áreas prioritárias para a sobrevivência de espécies, como os corredores florestais; estratégias de plantio de larga escala, bem como de pequena escala com fortalecimento da agroecologia; uso de tecnologias para monitorar os resultados para a flora e para a fauna, como gravadores autônomos de áudio para detectar os sons de animais na floresta, armadilhas fotográficas, tecnologias de Sensoriamento Remoto, como o Lidar para estimar a biomassa florestal e os estoques de carbono medir absorção de carbono pela floresta.
A inovação também é social, ao associar engajamento comunitário, educação ambiental e geração de renda à atividade de plantio.
Parcerias
Um projeto de conservação socioambiental efetivo e de sucesso depende da combinação de esforços entre todos os setores: governamentais, empresariais e sociedade civil. Pensada para ter perenidade e ter resultados em longo prazo, a restauração florestal proposta pelo IPÊ busca alinhar propostas e interesses sociais diversos para alcançarmos os objetivos de conservação da biodiversidade. Desta maneira, sempre conectamos as pessoas e os profissionais que podem ser parceiros, contribuindo com a nossa missão.
Resultados que respondem às necessidades globais
Uma das metas globais de combate à desertificação e à crise climática é a restauração de áreas florestais no mundo. A ONU estabeleceu de 2021 a 2030 como a década das Nações Unidas para a Restauração dos Ecossistemas. No mundo, o desafio é a recuperação de 1 bilhão de hectares. O Brasil estabeleceu como objetivo plantar 12 milhões até 2030, conforme as metas climáticas do país. Junto com o desmatamento ilegal zero e outras metas de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEEs), essas seriam as contribuições brasileiras no enfrentamento da crise do clima.
Florestas nativas e diversas importam
A restauração de ambientes florestais precisa ser composta por diversidade de espécies que restabeleçam a biodiversidade local e que devolvam o habitat de espécies da fauna, seja servindo como passagem ou como morada. Nosso objetivo é que as florestas que plantamos atraiam a fauna, evitando o que chamamos de efeito de “floresta vazia”. Temos conseguido isso em locais onde os corredores de mata atlântica no Pontal do Paranapanema foram plantados. Além da atração da fauna, buscamos ainda fortalecer a permanência das comunidades tradicionais em seus territórios, promovendo a diversificação de espécies que possibilitem a geração de renda por meio de produtos da sociobiodiversidade. A proposta é conciliar a conservação da floresta como atrativo para fauna, mas também fortalecer o desenvolvimento de alternativas econômicas sustentáveis para as populações que nela vivem.
Participação e engajamento social
Nosso modelo de conservação socioambiental tem a educação ambiental e a participação social como propulsores de transformação. Em nossos projetos, trazemos as populações locais para pensar e conduzir as mudanças sonhadas nos territórios. Assim, temos sucesso em diversas ações, desde a criação de negócios ligados à restauração, como viveiros comunitários e de plantio, além da criação de redes de sementes e grupos que desenvolvem atividades que dialogam com a conservação socioambiental, como o grupo de bordadeiras da Mata Atlântica que se inspiram na biodiversidade das florestas para a criação de produtos com causa.
A restauração que implementamos também busca ser instrumento de fortalecimento de cadeias da sociobiodiversidade, ao introduzir e manejar espécies de valor econômico para as comunidades tradicionais.
A decisão sobre os passos para a transformação de territórios em espaços mais sustentáveis e com maior qualidade de vida se dá a partir do encontro de nossos profissionais e técnicos com os saberes locais e ancestrais. Essa conexão faz toda a diferença.
As espécies que utilizamos em cada região
Amazônia
| Nome popular | Nome científico | Família |
| Itaúba | Mezilaurus itauba | Lauraceae |
| Jatobá | Hymenaea courbaril L. | Fabaceae |
| Roxinho/Violeta | Peltogyne catingae Ducke | Fabaceae |
| Preciosa | Aniba canelilla (H.B.K) Mez. | Lauraceae |
| Pau Rosa | Aniba rosaeodora Ducke | Lauraceae |
| Cumaru | Dipteryx odorata | Fabaceae |
| Seringa | Hevea brasiliensis L. | Euphorbiaceae |
| Copaíba | Copaifera multijuga Hayne | |
| Andiroba | Carapa guianensis | Meliaceae |
| Cacau | Theobroma cacao | Malvaceae |
| Mogno brasileiro | Swietenia macrophylla | Meliaceae |
Mata Atlântica
| Nome popular | Nome científico | Família |
| Cambuci | Campomanesia phaea (O.Berg) Landrum | Myrtaceae |
| Canela-amarela | Nectandra lanceolata Nees | Lauraceae |
| Grumixama | Eugenia brasiliensis Lam. | Myrtaceae |
| Ipê-rosa | Handroanthus impetiginosus (Mart. ex DC.) Mattos | Bignoniaceae |
| Jequitibá-rosa | Cariniana legalis (Mart.) Kuntze | Lecythidaceae |
| Juçara | Euterpe edulis Mart. | Arecaceae |
| Manacá-da-serra | Pleroma mutabile (Vell.) Triana | Melastomataceae |
| Pau-brasil | Paubrasilia echinata (Lam.) Gagnon, H.C.Lima & G.P.Lewis | Fabaceae |
| Pau-tucano | Vochysia tucanorum Mart. | Vochysiaceae |
Cerrado
| Nome popular | Nome científico | Família |
| Araticum (marolo) | Annona crassiflora Mart. | Annonaceae |
| Barbatimão | Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville | Fabaceae |
| Baru | Dipteryx alata Vogel | Fabaceae |
| Cagaita | Eugenia dysenterica (Mart.) DC. | Myrtaceae |
| Ipê-amarelo | Tabebuia aurea (Silva Manso) Benth. & Hook.f. ex S.Moore | Bignoniaceae |
| Lobeira | Solanum lycocarpum A.St.-Hil. | Solanaceae |
| Macaúba | Acrocomia aculeata (Jacq.) Lodd. ex Mart | Arecaceae |
| Mangaba | Hancornia speciosa Gomes | Apocynaceae |
| Pequi | Caryocar brasiliense Cambess. | Caryocaraceae |
| Pêra-do-cerrado | Eugenia klotzschiana O.Berg | Myrtaceae |
Como apoiar
Para apoiar o IPÊ e os projetos de restauração florestal, clique para doar ou entre em contato para parcerias.
Doações de pessoas físicas e campanhas permanentes:
Projeto Semeando Água - Doações via PIX - semeandoagua@ipe.org.br
Entre em contato conosco:
Projeto Corredores de Vida
Laury Cullen Jr.
lcullen@ipe.org.br
Projeto PROSPERA
Maria Otavia Crepaldi
mariaotavia@ipe.org.br
Projeto Reflora
Leonardo Kurihara
leonardo.kurihara@ipe.org.br
Parcerias Institucionais, Voluntariado Empresarial e Marketing Relacionado a Causas
Andrea Peçanha
andrea@ipe.org.br
